O texto abaixo demonstra que seu autor tem algum problema sério de auto-estima ou alguma coisa lá na sua intimidade não está bem resolvida. Basta observar o antagonismo entre o achincalhamento da nossa cidade e auto-bombeamento do próprio ego, demonstrando assim uma tentativa extremada de aumentar suas qualidades através da diminuição do valor das outras pessoas.

 

(Eugenio Santana, escritor, jornalista ensaísta, publicitário, copydesk, versemaker, self-made man, autor de livros publicados, sócio efetivo da Associação Catarinense de Imprensa (ACI) e da Associação Fluminense de Jornalistas (AFI), ex-superintendente de imprensa do governo do Rio de Janeiro – eugeniosantana9@uol.com.br).

 

Quem quer ser bom, tem que fazer isso pelos próprios méritos e pela contribuição para melhorar alguma coisa no seu entorno. Destilar amarguras por onde passa não é a forma mais inteligente de ser respeitado e de crescer profissional e pessoalmente.

 

Poder-se-ia dizer que o macaco que vai atrás zomba do rabo do macaco que vai à frente. Só que não é isso. É algo bem menor, menorzinho, mesquinho, um inhozinho. A pobreza do texto denuncia uma extrema pobreza de espírito e pobreza de caráter. Quem é vazio por dentro nada pode oferecer de bom, nada de criativo pode expressar e o resultado é essa coisa publicada nesse jornal Diário da Manhã (fale@dm.com.br), que se sujeitou a esse papel lastimável de publicar um texto de tão baixo nível editorial. As comadres que passam o dia falando mal da vizinhança teriam algo mais interessante para publicar no Diário da Manhã.

 

Liberdade de imprensa tem que caminhar junto com padrões razoáveis de qualidade editorial e conduta responsável. Nenhuma dessas duas características é observada nessa situação rocambolesca. Esse tipo de atitude merece o desprezo dos cidadãos de bem da nossa região. Olhem bem para essa criatura patética e perceberão que dali não dá para sair algo melhor do que o texto publicado nesse Diário da Manhã.

 

 

 

 

 

REAÇÃO AOS PROTESTOS DO MANAUARA

----- Original Message -----
Sent: Friday, July 08, 2011 6:38 PM
Subject: Re: Resposta ao jornalista que maltratou Manaus
 

AOS SELVAGENS E IRASCÍVEIS DA CAPITAL D0 ESTADO DO AMAZONAS

Mais uma constatação lamentável: vocês ganham dos cariocas em matéria de PALAVRÕES E XINGAMENTOS e gírias obsoletas. Que coisa vergonhosa! Diz um velho deitado: cães que muito ladram não mordem. Polêmicas e provocações são aceitas até ao limite do tolerável. Quanto aos xingamentos e ofensas pessoais são passíveis de punição por calúnia, difamação e danos morais. Estou salvando os IMÊIOS e posso processá-los, tipificando crime virtual. Vocês não têm argumento, não conhecem o que é DEBATE, nem cultura ou um mínimo de educação e respeito. Precisam refazer conceitos e valores. Será, populacho, que eu iria adicioná-los ao meu FACEBOOK, Orkut ou Blog pra que despejassem suas frustrações, neuras e cóleras por meio de impublicáveis palavrões? Fiquem esperando, otários! Fala sério, ninguém merece!
Em meu País há, sem sombra de dúvida, o exercício da Democracia e, fundamentalmente, da liberdade de EXPRESSÃO. Não admito populacho, ofensas pessoais e um festival de palavrões destilando veneno, expediente de quem não tem cultura; atitude típica de covardes dissimulados e que se escondem atrás de uma máscara – ou não seria chapéu de boi?
A DIMENSÃO/repercussão que estão dando ao meu ARTIGO, publicado na mídia impressa mais imparcial do estado de Goiás, o “DIÁRIO DA MANHÔ, significa que ele espelha a quintessência da VERDADE.
Senhoras e senhores: por que tanta agressividade e violência verbal? Tudo isso é inveja? Sou bonito, culto, profissão definida, plantei árvores, publiquei livros, fiz duas filhas e um filho; possuo casa e carro próprios e nasci no Sudeste – não tenho culpa de ser um bem-nascido, caríssimos desafetos. Querem me crucificar por conta de um artigo, melhor dizendo de uma crônica publicada numa mídia impressa goiana? Sendo que estou, temporariamente, radicado aqui, mas, sou profissional do eixo RIO/SP/BH/DF/FLORIPA – Ex-Superintendente de Imprensa do Governo do Rio de Janeiro. Creio que estão tentando descarregar seu mau-humor na pessoa errada. Sugiro que procurem imediatamente um psicanalista e o melhor deles é o meu primo Luiz Fernando Guara cy Ribeiro Santana, consultório na Barra da Tijuca, no Rio; no elenco de seus clientes Vips estão atores e diretores da Rede Globo. Posso passar, gratuitamente, o contato dele pra vocês cuidarem de suas anomalias, principalmente, do complexo de inferioridade e mania de perseguição. Esqueceram que IRA está contextualizada nos Sete Pecados Capitais, energúmenos e qualiras? Lembre-se de uma das afirmações do MESTRE: “Não julgueis, para não serdes julgados”; “Não olhem para o cisco no olho do seu próximo, visto que, existe uma trava em seus olhos.”
Existem alguns indivíduos medíocres assemelhando-se a cães raivosos que ligam pro meu celular, proferem palavrões inomináveis e depois desligam, covardemente; saibam: sou um homem determinado com as palavras e com as ações, fiz a ESG – Escola Superior de Guerra e fiz treinamento no EMFA – Estado Maior das Forças Armadas. Não brinquem comigo, desocupados! A minha coragem e TRANSPARÊNCIA são tão visíveis que não escondo meus contatos. Não ousem desafiar-me, perdedores. Bando de neófitos fracassados, alguns são “estudantes de jornalismo” da Região Norte – terra de predadores da Floresta Amazônica e pistoleiros; ridículos perdedores e covardes assassinos de missionários e ambientalistas.
 Homem de Letras, BEM-DOTADO de abrangente conhecimento e apreciador de Arte e Cultura, quarto poder porque sou IMPRENSA, acima disso tudo sou HOMEM com H maiúsculo, biltres, pusilânimes e qualiras (sic). Estou preparado para suas investidas hilárias, bizarras e grotescas... Seria trágico se não fosse cômico. Percebo que estou perdendo meu tempo jogando PÉROLAS AOS PORCOS!
JORNALISTA não fala – informa;
JORNALISTA não acha – tem opinião;
JORNALISTA não mente – equivoca-se;
JORNALISTA não pára – pausa;
JORNALISTA não chora – se emociona;
JORNALISTA não some – trabalha em off;
JORNALISTA não traz novidades – dá furo de reportagem;
JORNALISTA não tem amigos – tem muitos contatos;
JORNALISTA não briga – debate;
JORNALISTA não usa carro – mas sim veículo;
JORNALISTA não passeia – viaja a trabalho;
JORNALISTA não conversa – entrevista;
JORNALISTA não é chato – é crítico;
JORNALISTA não tem olheiras – tem marcas de guerra;
JORNALISTA não se esquece de assinar – é anonnymous;
JORNALISTA não se acha – ele já é reconhecido;
JORNALISTA não influencia – forma opinião;
JORNALISTA não conta história – reconstrói;
JORNALISTA não é esquecido – é eternizado pela crítica;
JORNALISTA não morre. Coloca um ponto final.
 

(EUGENIO SANTANA, FRC – Jornalista investigativo/cultural e Escritor de projeção nacional.) http://asasdamemoria.blogspot.com/